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imagem retirada da net |
Uma das grandes vantagens, antes sequer de se fazerem contas, é que tendencialmente comeremos melhor, ate porque somos nós que escolhemos o que comemos. É fazer o jantar a pensar em mais uma refeição, acondiciona-la e guarda-la no frio ate ao dia seguinte. Depois é ter um saquinho termico para levar a comida (outros terão a sorte de até ter um frigorifico onde guardar no trabalho a sua refeição), e na hora de almoço aquecer no microondas (que o patrão disponibilizou - espera-se!). E para aqueles que aproveitam a hora de almoço para ir apanhar um pouco de ar, dá mais que tempo de sair, ou se não, aproveitar que encurtou o tempo de almoço para trabalhar um pouco mais e garantir sair "a horas" no final do dia. Eficiencia e eficácia.
Dificuldades nisto, são poucas - desde que a empresa disponibilize os meios, leia-se o microondas e um espaço para comer... Ou então teremos de optar pela famosa "sandes" (trazida de casa também), que é o normal na maior parte dos paises europeus, mas nada tipico do português que gosta de almoçar de faca garfo. E para fãns de grelhados, como eu, também já se sabe que um bife grelhado requentado não é o mais saboroso, mas pode ser que o resto se justifique e que se reaprenda a cozinhar... cozinhar saudavel, claro!
Mas falando de dinheiro, os numeros falam por si e os testemunhos na revista são reveladores:
"(...) entre ela e o marido (...) poupa perto de 300 euros (...)"
"(...) poupa, pelo menos, 132 euros (22 almoços a seis euros)"
"(...) poupa até 400 euros por mês e não se esquece de levar fruta e iogurtes para os lanches."
Acho que vale a pena tentar.
Boas Poupanças!