quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Como começar - Parte 2

Há algumas questões que eu acho que devem ser tornadas tão claras quanto possível:
1.       Quem ganha lá em casa?
Pode até parecer estúpido, mas é preciso esclarecer exactamente quanto ganha cada um e com quanto irão contribuir para o bolo, para as contas da casa.
À partida poderíamos pensar que o total irá para ambos, para o casal, para a família. Mas a decisão dos parceiros pode não ir nesse sentido. Conheci um casal, muito apaixonado, por sinal, que faziam mais ou menos desta forma: cada um ganha o seu, para a sua conta individual e faz a sua própria gestão. Mensalmente, transferem para uma conta comum um determinado valor (igual) que irá fazer face às despesas comuns.
Como tudo na vida, nesta gestão há vantagens e desvantagens. Por um lado, nenhum se preocupa com o que o outro está a gastar. O dinheiro é de um e portanto, gasta como preferir. Por outro lado, se o dinheiro é daquele, e a opção for poupar, posso fazê-lo também. Ora isso faz-me lembrar aquela velha fábula da cigarra e da formiga, lembram-se? Pois! Tem ainda outra desvantagem: se o casal ganha mais ou menos o mesmo cada um... ninguém se lembra disso, mas se o contributo para a casa de um dos parceiros quase esgota o seu rendimento?
No sentido inverso, faz-se assim: vai tudo para o bolo. Todos os rendimentos são da casa e todas as despesas e/ou poupanças são comuns também. Problema: então como fazer quando ele fuma e ela não? Quando todos os meses ela compra uma roupita, e ele não? Como é que ficam as contas quando um sai e gasta uns trocos no jantar e no bar?

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